Quem Somos

Introdução

A Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO), autarquia vinculada ao Ministério do Esporte, é responsável por administrar e viabilizar a utilização das instalações esportivas olímpicas e paralímpicas do Parque Olímpico da Barra da Tijuca para treinamentos, competições de diferentes modalidades, eventos culturais, esportivos, além de projetos sociais. A AGLO sucedeu as competências da União na Autoridade Pública Olímpica (APO) – por meio da Medida Provisória 771 de 29 de março de 2017 – e tem a missão de desenvolver um modelo de gestão sustentável das instalações do Parque Olímpico por meio de parcerias com a iniciativa privada.
Compõem a estrutura gerida pela AGLO no Rio de Janeiro, as Arenas Carioca 1 e 2, o Velódromo e o Centro Olímpico de Tênis. A AGLO é ainda responsável por parte das instalações que se encontram no Centro Olímpico de Deodoro, através de acordo de cooperação firmado entre o Ministério do Esporte e o Exército Brasileiro. Sob responsabilidade da AGLO estão: o Centro Nacional de Tiro, considerado o terceiro maior estande do mundo, os Centros Nacionais de Pentatlo Moderno e Hóquei sobre grama, o Parque Equestre e a Arena Wenceslau Malta (antiga Arena da Juventude).
A realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 foi sucesso reconhecido em todo o mundo. O Brasil vive agora um momento de transição do modo Jogos para o modo Legado, como aconteceu em outros países que sediaram Jogos Olímpicos. O Ministério do Esporte assinou acordos de cooperação com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e com a Confederação Brasileira de Clubes (CBC). A AGLO negocia parcerias com a iniciativa privada, para garantir a melhor destinação possível às instalações esportivas.

Paulo Márcio Dias Mello
Presidente da AGLO

Papel da AGLO

A AGLO foi criada para viabilizar a adequação, a manutenção e a utilização das instalações esportivas olímpicas e paralímpicas, destinadas a atividades de alto rendimento, treinamentos, manifestações desportivas, eventos culturais e a realização de projetos sociais. Tem como missão estabelecer parcerias com a iniciativa privada para a executar melhorias na infraestrutura das instalações, e ainda, executar o seu plano de utilização.
O Ministério do Esporte tem como missão fomentar a prática esportiva por meio de políticas públicas. Como autarquia federal temporária, a AGLO, que possui sede no Parque Olímpico da Barra tem como função facilitar o atendimento de visitações as instalações e tomar as providências necessárias a destinação do legado olímpico. A transformação de APO para AGLO não implicou em aumento de despesa; ao contrário, foram extintos 86 cargos, com uma economia inicial de R$ 9,6 milhões por ano. A AGLO deverá ser extinta em 30 de junho de 2019, ou após a conclusão de suas funções.

Parque Olímpico

A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou um processo de concessão por meio de parceria público-privada, que não obteve êxito. Dessa maneira, o Ministério do Esporte, que já havia previsto no plano de legado a gestão compartilhada – em parceria com entidades esportivas – da Arena Carioca 2, do Velódromo Olímpico e do Centro Olímpico de Tênis, passou a ser responsável também pela Arena Carioca 1.
A AGLO está adaptando as instalações para o modo legado e um calendário de treinamentos, competições e eventos está em curso. Desde que a autarquia foi criada, realizamos eventos de grande porte, como o torneio internacional de vôlei de areia; o projeto Brincando com Esporte, que levou mais de 700 crianças para conhecer o Parque Olímpico; a etapa brasileira do Circuito Mundial de Vôlei de Praia; a 1ª Edição do Rio Bike Fest; o Gracie Pro Jiu Jitsu; a III Copa Carioquinha de Karatê; Game XP; o Campeonato Brasileiro de Tênis de Mesa Olímpico e Paralímpico; o Rio Carioca Games – Cross Fit; a Comemoração dos 500 anos da Reforma Protestante; o Campeonato Sul-americano de Wrestling ; o Cidade PCD; o Campeonato Sulamericano de Badminton; os Jogos da Liga Nacional de Basquete, entre outros.
A previsão inicial é de 35 milhões anuais. Todavia, o plano estratégico elaborado pela equipe da AGLO, prevê, através de parcerias com a iniciativa privada, a redução significativa deste custo.
As três piscinas do Parque dos Atletas foram doadas pela AGLO como parte do legado olímpico. Uma foi destinada para o governo do Amazonas, outra para a prefeitura de Salvador e a terceira para a Escola da Aeronáutica, no interior de São Paulo. As duas piscinas do Estádio Aquático, no Parque Olímpico da Barra, estão sob responsabilidade da Prefeitura do Rio.
O Complexo Olímpico de Deodoro possui uma área de 2,6 milhões de metros quadrados e contemplou 11 modalidades olímpicas e 4 paralímpicas. Atualmente, estão sendo realizados treinamentos, eventos educacionais, esportivos e de lazer. A Arena Wenceslau Malta abriu suas portas para mais de 7 eventos dentre eles o Campeonato Sul-americano de Jiu-Jitsu e recebeu mais de 3000 pessoas no Campeonato Carioca de Judô. O Centro Militar de Tiro Esportivo, em conjunto com a Confederação Brasileira de Tiro, já sediou etapas do Campeonato Brasileiro de Tiro e a II Copa Sulamericana de Tiro, primeira competição internacional pós Jogos Olímpicos, que recebeu mais de 150 atletas de 13 países.

PLANO DE LEGADO DOS JOGOS 2016

A AGLO é composta por profissionais qualificados e experientes trabalhando com o objetivo de garantir a melhor e mais produtiva utilização dos equipamentos do legado olímpico. Em 2017, 85 eventos foram realizados nas Arenas administradas pela AGLO com um público presente de aproximadamente 400 mil pessoas. As atividades reuniram mais de 2.300 atletas de alto rendimento, quase 10.000 atletas de base e cerca de 4.000 atletas cidadãos. O resultado do trabalho já acontece, o legado é uma realidade.
A AGLO é administrada pelo seu presidente, pelo diretor-executivo e demais diretores. Como Autarquia Federal vinculada ao Ministério do Esporte a AGLO é dotada de personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e financeira.
A AGLO possui um plano de legado para a utilização das Arenas do Parque Olímpico da Barra e de Deodoro. O plano consiste em otimizar a utilização, focado em um modelo de gestão sustentável. Considerando o custo de manutenção das instalações, estão sendo tomadas medidas com objetivo de reduzir eventuais desperdícios de recursos (energia, água, serviços terceirizados e outros).
Sob o ponto de vista técnico esportivo, a AGLO trabalha em parceria com as federações e confederações para consolidar o Parque Olímpico como um Centro Olímpico de Treinamento desde a iniciação ao esporte até o alto rendimento.
Possui parcerias com a iniciativa privada para a realização de eventos de entretenimento como o Games XP, realizado nas Arenas Carioca 1 e 2 durante o Rock in Rio 2017. A AGLO realiza projetos de inclusão social nas instalações olímpicas atendendo a milhares de pessoas em parcerias com o Instituto Reação, o Rio Open, o Instituto Irmãos Nogueira e o Team Águia Futevôlei usufruindo do legado olímpico. Ainda possui parceria com SNELIS (Secretaria Nacional De Esporte, Educação, Lazer E Inclusão Social) com o projeto Esporte e Cidadania para todos, com aulas de judô, jiu-jitsu, futebol, vôlei, basquete e ciclismo para os jovens das regiões próximas ao parque.

Isso é apenas o começo.
Grandes coisas estão por vir!