O Decreto nº 3.591, de 06/09/2000, alterado pelo Decreto nº 4.440, de 25/10/2002, disciplinou a criação da unidade de auditoria interna nas entidades da Administração Pública Federal Indireta com o objetivo de fortalecer a gestão e racionalizar as ações de controle.
Este Decreto, combinado com a Instrução Normativa Conjunta CGU/MP n° 01/2016 e com a Instrução Normativa CGU nº 03, de  09 de junho de 2017, que aprova o referencial técnico da atividade de auditoria interna governamental do Poder Executivo Federal,  em vigor a partir de 2018, definem conceitos, diretrizes e estabelecem as normas de auditoria do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo.
Conforme previsto no art. 15 do citado Decreto, “As unidades de auditoria interna das entidades da Administração Pública Federal Indireta, vinculadas aos Ministérios e aos órgãos da Presidência da República ficam sujeitas à orientação normativa e supervisão técnica do Órgão Central e dos Órgãos Setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, em suas respectivas áreas de jurisdição.”
Dessa forma, a metodologia de trabalho guarda consonância com aquela adotada na esfera da Secretaria Federal de Controle Interno do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União – CGU.
No âmbito da AGLO, estamos aguardando o decreto de estrutura regimental, em tramitação, conforme previsto no art. 14 da Lei 13.474, de 23 de agosto de 2017, com previsão, inclusive, da unidade de auditoria interna.

 

Processos de Contas Anuais 

2018

– Relatório de Gestão
Informações Contábeis e Financeiras
Parecer de Auditoria